terça-feira, 25 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
terça-feira, 18 de agosto de 2009
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Espiritualidade, dimensão esquecida e necessária:

Espiritualidade vem de espírito. Para entendermos o que seja espírito precisamos desenvolver uma concepção de ser humano que seja mais fecunda do que aquela convencional, transmitida pela cultura dominante. Esta afirma que o ser humano é composto de corpo e alma ou de matéria e espírito. Ao invés de entender essa afirmação de uma forma integrada e globalizante, entendeu-a de forma dualista, fragmentada e justaposta. Assim surgiram os muitos saberes ligados ao corpo e à matéria (ciências da natureza) e os vinculados ao espírito e à alma (ciências do humano). Perdeu-se a unidade sagrada do ser humano vivo que é a convivência dinâmica de materia e de espírito entrelaçados e inter-retro-conectados.
1. Espiritualidade concerne ao todo ou à parte?
Espiritualidade, nesta segmentarização, significa cultivar um lado do ser humano: seu espírito, pela meditação, pela interiorização, pelo encontro consigo mesmo e com Deus. Esta diligência implica certo distanciamento da dimensão da matéria ou do corpo.Mesmo assim espiritualidade constitui uma tarefa, seguramente importante, mas ao lado de outras mais. Temos a ver com uma parte e não com o todo.Como vivemos numa sociedade altamente acelerada em seus processos históricos-sociais, o cultivo da espiritualidade, nesse sentido, nos obriga a buscar lugares onde encontramos condições de silêncio, calma e paz, adequados para a interiorização.Esta compreensão não é errônea. Ela contem muita verdade. Mas é reducionista. Não explora as riquezas presentes no ser humano quando entendido de forma mais globalizante. Então aparece a espiritualidade como modo- de-ser da pessoa e não apenas como momento de sua vida.Antes de mais nada importa enfatizar fato de que, tomado concretamente, o ser humano constitui uma totalidade complexa. Quando dizemos “totalidade” significa que nele não existem partes justapostas. Tudo nele se encontra articulado e harmonizado. Quando dizemos “complexa” significa que o ser humano não é simples, mas a sinfonia de múltipas dimensões. Entre outras, discernimos três dimensões fundamentais do único ser humano: a exterioridade, a interioridade e a profundidade.
2. A exterioridade humana: a corporeidade:
A exterioridade é tudo o que diz respeito ao conjunto de relações que o ser humano entretém com o universo, com a natureza, com a sociedade, com os outros e com sua própria realidade concreta em termos de cuidado com o ar que respira, com os alimentos que consome/comunga,com a água que bebe,com a roupas que veste e com as energias que vitalizam sua corporeidade. Normalmente se entende essa dimensão como corpo. Mas corpo não é um cadáver. É o próprio ser humano todo inteiro mergulhado no tempo e na matéria, corpo vivo, dotado de inteligência, de sentimento,de compaixão, de amor e de êxtase. Esse corpo total vive numa trama de relações para fora e para além de si mesmo. Tomado nessa acepção fala-se hoje de corporeidade ao invés de simplesmente corpo.
3. A interioridade: a psiqué humana:
A interioridade é constituída pelo universo da psiqué, tão complexo quanto o mundo exterior, habitado por instintos, pelo desejo, por paixões, por imagens poderosas e por arquétipos ancestrais. O desejo constitui, possivelmente, a estrutura básica da psiqué humana. Sua dinâmica é ilimitada. Como seres desejantes, não desejamos apenas isso e aquilo. Desejamos tudo e o todo. O obscuro e permanente objeto do desejo é o Ser em sua totalidade. A tentação é identificar o Ser com alguma de suas manifestações, como a beleza, a posse, o dinheiro, a saúde, a carreira profissional e a namorada, o namorado, os filhos, assim por diante. Quando isso ocorre, surge a fetichização do objeto desejado. Significa a ilusória identificação do absoluto com algo relativo, do Ser ilimitado com o ente limitado. O efeito é a frustração porque a dinâmica do desejo de querer o todo e não a parte se vê contrariada. Daí, no termo, predominar o sentimento de irrealização e, consequentemente, o vazio existencial.O ser humano precisa sempre cuidar e orientar seu desejo para que ao passar pelos vários objetos de sua realização – é irrenunciável que passe - não perca a memória bemaventurada do único grande objeto que o faz descansar, o Ser, o Absoluto, a Realidade fontal, o que se convencionou chamar de Deus. O Deus que aqui emerge não é simplesmente o Deus das religiões, mas o Deus da caminhada pessoal, aquela instância de valor supremo, aquela dimensão sagrada em nós, inegociável e intransferível. Essas qualificações configuram aquilo que, existencialmente, chamamos de Deus.
A interioridade é denominada também de mente humana, entendida como a totalidade do ser humano voltada para dentro, captando todas as ressonâncias que o mundo da exterioridade provoca dentro dele.
4. A profundidade: o espírito:
Por fim o ser humano possui profundidade. Tem a capacidade de captar o que está além das aparências, daquilo que se vê, se escuta, se pensa e se ama. Apreende o outro lado das coisas, sua profundidade. As coisas todas não são apenas coisas. Todas elas possuem uma terceia margem. São símbolos e metáforas de outra realidade que as ultrapassa e que elas recordam, trazem presente e a ela sempre remtem.Assim a montanha não é apenas montanha. Em sendo montanha, traduz o que significa majestade. O mar evoca grandiosidade; o céu estrelado, infinitude; os olhos profundos de uma criança, o mistério da vida humana e do universo.O ser humano capta valores e significados e não apenas fatos e acontecimentos. O que definitivamente conta não são as coisas que nos acontecem, mas o que elas significam para a nossa vida e que experiências elas nos propiciam. As coisas, então, passam a ter caráter simbólico e sacramental: nos recordam o vivido e alimentam nossa interioridade. Não é sem razão que enchemos nossa casa ou o nosso quarto de fotos, de objetos queridos dos pais, dos avós, dos amigos, daqueles que entraram em nossa vida e significaram muito. Pode ser o último toco de cigarro do pai que morreu de enfarte ou o pente de madeira da tia que morreu ou a carta emocionada do namorado que revelou seu amor. Aqueles objetos não são mais objetos. São sacramentos, pois falam, recordam, tornam presente significados, caros ao coração.Captar, desta forma, a profundidade do mundo, de si mesmo e de cada coisa constitui o que se chamou de espírito. Espírito não é uma parte do ser humano. É aquele momento da conscicência mediante o qual captamos o significado e o valor das coiss. Mais ainda, é aquele estado de consciência pelo qual apreendemos o todo e a nós mesmos como parte e parcela deste todo.O espírito nos permite fazer uma experiência de não-dualidade. “Tu és isso tudo” dizem os Upanishads da India, apontando para o universo. Ou “tu és o todo” dizem os yogis. “O Reino de Deus está dentro de vós” proclama Jesus. Estas afirmações remetem a uma experiência vivida e não a uma doutrina. A experiência é que estamos ligados e re-ligados uns aos outros e todos à Fonte Originante. Uma fio de energia, de vida e de sentido perpassa a todos os seres, constituindo-os em cosmos e não em caos, em sinfonia e não disfonia.A planta não está apenas diante de mim. Ela está como ressonância, símbolo e valor dentro de mim. Há em mim uma dimensão montanha, vegetal, animal, humana e divina. Espiritualidade não consiste em saber disso, mas em vivenciar e fazer disso tudo conteúdo de experiência. Bem dizia Blaise Pascal: “ crer em Deus não é pensar em Deus mas sentir Deus”. A partir da experiência tudo se transfigura. Tudo vem carregado de veneração e de sacralidade.A singularidade do ser humano consiste em experimentar a sua própria profundidade. Auscultando a si mesmo percebe que emergem de seu profundo apelos de compaixão, de amorização e de identificação com os outros e com o grande Outro, Deus. Dá-se conta de uma Presença que sempre o acampanha, de um Centro ao redor do qual se organiza a vida interior e a partir do qual se elaboram os grandes sonhos e as significações últimas da vida. Trata-se de uma energia originária, com o mesmo direito de cidadania que outras energias como a sexual, a emocional e a intelectual.Pertence ao processo de individuação acolher esta energia, criar espaço para esse Centro e auscultar estes apelos, integrando-os no projeto de vida. É a espiritualidade no seu sentido antropológico de base. Para ter e alimentar espiritualidade a pessoa não precisa professar um credo ou aderir a uma instituição religiosa. A espiritualidade não é monopólio de ninguém, mas se encontra em cada pessoa e em todas as fases da vida. Essa profundidade em nós representa a condição humana espiritual, aquilo que designmos espiritualidade.Obviamente para as pessoas religiosas, esse Centro é Deus e os apelos que dele derivam é sua Palavra. As religiões vivem desta experiência. Articulam-na em doutrinas, em ritos, celebrações e em caminhos éticos e espirituais. Sua função primordial reside em criar e oferecer condições para que cada pessoa humana e as comunidades possam fazer um mergulho na realidade divina e fazer a sua experiência pessoal de Deus.Essa experiência porque é experiência e não doutrina tem como efeito a irradiação de serenidade, de profunda paz e de ausência do medo. A pessoa sente-se amada, acolhida e aconchegada num Utero divino, O que lhe acontecer, acontece no amor desta Realidade amorosa. Até a morte é exorcizada em seu caráter de espantalho da vida. É vivida como parte da vida, como o momento alquímico da grande transformação para poder estar, de fato, no Todo e no coração de Deus.Esta espiritualidade é um modo de ser, uma atitude de base a ser vivida em cada momento e em todas as circunstâncias. Mesmo dentro das tarefas diárias da casa, trabalhando na fábrica, andando de carro, conversando com os amigos, vivendo a intimidade com a pessoa amada, a pessoa que criou espaço para a profundidade e para o espiritual está centrado, sereno e pervadido de paz. Irradia vitalidade e entusiasmo, porque carrega Deus dentro de si. Esse Deus é amor que no dizer do poeta Dante move o céu, todas as estrelas e o nosso próprio coração.Esta espiritualidade tão esquecida e tão necessária é condição para uma vida integrada e singelamente feliz. Ela exorciza o complexo mais dificil de ser integrado: o envelhecimento e a morte.Para a pessoa espiritual o envelhecer e o morrer pertencem à vida, não matam a vida, mas transfiguram a vida, permitindo um patamar novo para a vida. Assim como ao nascer, nós mesmos não tivemos que nos preocupar, pois, a natureza agiu sabiamente e o cuidado humano zelou para que esse curso natural acontecesse, assim analogamente com a morte: passamos para outro estado de consciência sem nos darmos conta dessa passagem. Quando acordamos nos encontraremos nos braços aconchegantes do Pai e Mãe de infinita bondade, que desde sempre nos esperavam. Cairemos em seus braços. E então nos perdemos para dentro do amor e da fonte de vida.
Leonardo Boff.
Pensamento de Jung.

Kundalini:

Kundalini ( कुंडलिनी ) Kundaliní é o alegado poder espiritual primordial ou energia cósmica que jaz adormecida no Múládhára Chakra, o centro de força situado próximo à base da coluna, e aos órgãos genitais. É a energia que transita entre os chakras.
Deriva de uma palavra em sânscrito que significa, literalmente, "enrolada como uma cobra" ou "aquela que tem a forma de uma serpente". É a energia do Universo em seu aspecto Purna-Shakti, total, como potencial, sendo o Prana-Shakti o aspecto biológico, ou fisico, como calor, eletricidade, etc. O termo é feminino, deve ser sempre acentuado e com pronúncia longa no í final. Muitos por a considerarem sagrada, grafam o nome com "K" maiúsculo. O símbolo do caduceu é considerado como uma antiga representação simbólica da fisiologia da Kundalini.Segundo a crença, enquanto está adormecida, assemelha-se a uma chama congelada. O "despertar" da energia divina Shakti Kundalini requer a orientação de um mestre realizado, para que o ativamento e desenvolvimento sejam apropriados e conduzam à meta suprema do Yoga que é a paz interior e a realização divina.É também tema de estudo no campo da psicologia onde a reputam de difícil condução com a disciplina e maturidade que são requeridas para esse intento, pois é um conceito oriental, com outros significantes, e sem paralelos com a psicologia. Não existem evidências científicas que corrobem as alegações do Kundalini.
Fonte: Google/Wikipedia.
domingo, 16 de agosto de 2009
Imortalidade, Eternidade:

Imortalidade
Imortalidade é o termo utilizado para designar uma vida ou existência indestrutível, que se auto sustém.
Monoteísmo
Algumas religiões monoteístas utilizam o termo "Vida eterna" para designar a vida depois da morte do corpo físico, que seria destinada àqueles que obtêm permissão para entrar no paraíso. Aos que não têm direito à vida eterna, é costume de algumas destas doutrinas designar o infernocomo destino permanente.
Reencarnação
Para os reencarnacionistas, como os espíritas e budistas, a imortalidade é uma características do espírito de cada indivíduo humano. Para estas doutrinas a imortalidade do espírito é imprescindível para que a alma humana evolua, encarnação após encarnação.
Mitologia
Fazendo referência a mitos temos muitas figuras conhecidas da literatura que são detentores da imortalidade ( o chamado ser Imortal): seres relacionados aos elementos da natureza (fadas, gnomos, sereias e etc), vampiros, deuses e em alguns casos até semi-deuses.
Antigo testamento
No ponto de vista do antigo testamento, a imortalidade é algo que só pertenceria a Deus: "aquele que possui, ele só, a imortalidade, e habita em luz inacessível; a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (II Tm 6:16)
Já quanto a Vida Eterna após a morte física: "Muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e horror eterno." (Daniel 12:2)
Novo testamento
Jesus Cristo é apresentado como a fonte da Vida Eterna: "... Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está no seu Filho. Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida."' (I João 5:11,12)
"Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna."(João 3:16)
"Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus."(João 3:36)
"Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida."(João 5:24)
Fonte: Google/Wikipedia.
Rotary Club Internacional:

O Rotary International é a associação de Rotary Clubs do Mundo Inteiro. O Rotary é uma organização de líderes de negócios e profissionais, que prestam serviços humanitários, fomentam um elevado padrão de ética em todas as profissões, através da Prova Quádrupla e ajudam a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo.
Rotary Club é definido como um clube de serviços à comunidade local e mundial sem fins lucrativos, não é secreto, nem filantrópico ou social.
Os rotarianos são sócios de seus respectivos Rotary Clubs, os quais, por sua vez, são membros do Rotary International.
O objetivo do Rotary é estimular e fomentar o Ideal de Servir como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando:
1) O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidade de servir; 2) O reconhecimento do mérito de toda a ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional; 3) A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na sua vida pública e privada; 4) A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.
Sua missão é: ajudar os rotarianos e os Rotary Clubs a alcançar o Objetivo do Rotary e, neste estágio atual de desenvolvimento da organização, apoiar as atividades de indivíduos e grupos prestadores de serviços que melhorem a qualidade de vida, mantenham a diginidade humana e promovam a compreensão e paz mundial.
Seu lema principal é: Dar de si antes de pensar em si.
O primeiro Rotary Club foi fundado na cidade de Chicago, Estados Unidos, em 1905 pelo advogado Paul Percy Harris e mais três homens de negócios, Gustav Loehr - engenheiro de minas, Hiran Shorey - alfaiate, Silvester Schiele - comerciante de carvão. A Associação Nacional de Rotary Clubs (National Association of Rotary Clubs) foi fundada em 1910 e em 1912 seu nome mudou para Rotary International em função da admissão do primeiro Rotary Club fora dos Estados Unidos, em Winnipeg, Canadá.
Atualmente, existem mais de 1.2 milhão de rotarianos associados a mais de 32.400 Rotary Clubs espalhados por 168 países do mundo.
A Fundação Rotária do Rotary International é a principal organização não governamental sem fins lucrativos do mundo, promovendo a paz e a compreensão mundial através de programas internacionais humanitários, educacionais e de intercâmbio cultural.
A Fundação Rotária é patrocinada exclusivamente por doações de rotarianos e outros que compartilham a visão de um mundo melhor. As contribuições para o Fundo Anual de Programas são investidas durante três anos, sendo os rendimentos obtidos também utilizados para cobrir os custos administrativos da entidade, isto é, os dólares doados financiam os nossos programas três anos mais tarde. As doações feitas ao Fundo Permanente permanecem continuamente investidas, e apenas os juros resultantes são usados em apoio aos programas.
A Fundação teve início em 1917 com um fundo de dotações com o objetivo de fazer o bem no mundo. Embora a Fundação Rotária tenha sido oficialmente estabelecida em 1928. Todos os subsídios da Fundação Rotária são iniciados por clubes e distritos.
História do Rotary
É difícil dizer exatamente quando surgiu o Rotary. Muitos usam a data de fundação do Rotary Club de Chicago -- 23 de fevereiro de 1905 -- como referência principal, porém seu embrião foi gerado em 1900.
Naquela época, havia em Chicago um advogado em início de carreira chamado Paul Percy Harris que crescera na pequena, pacata e acolhedora Wallingford, no estado de Vermont e que, morando na segunda maior cidade do continente, sentia falta do espírito de camaradagem de seus tempos de infância, juventude e universidade.
Mas, em uma noite do verão de 1900, Paul foi jantar na casa de um colega advogado no bairro de Rogers Park. Terminada a refeição, saíram para uma caminhada nas redondezas e Paul viu que seu anfitrião tinha conseguido fazer vários amigos no comércio local. Alí lhe surgiu a idéia de um clube que transformasse relacionamentos comerciais em amizades. Tal idéia ficou encubada na mente de Harris durante cinco anos, até que, na noite de 23 de fevereiro de 1905, ele e mais três amigos fizeram a primeira reunião do que seria o primeiro Rotary Club.
Fundação do Rotary Club de Chicago
Os primeiros rotarianos eram homens de negócios (que em inglês, businessman, é um termo muito amplo) vindos de cidades pequenas e que haviam conseguido se estabelecer na metrópole. Além de Paul, estavam presentes um cliente seu, Silvester Schieler, um outro amigo,Gustavus (Gus) Loehr e um amigo deste último, Hiram Shorey. Um quarto nome, Harry Ruggles, era parte da lista inicial de Paul mas somente começou a frequentar o clube a partir da segunda reunião. Schieler tinha uma empresa de fornecimento de carvão, na época o principal meio de aquecimento de interiores, e Loehr era engenheiro de minas. Não se conheciam mas Paul prevera, com sucesso, que se tornariam amigos com o convívio. Shorey era o que se chamava na época de merchant tailor, que hoje corresponderia a ser dono de uma confecção, e Ruggles tinha uma gráfica, a qual fazia os papéis do escritório onde Paul trabalhava.
Na gênese do Rotary, podemos já ver dois de seus elementos principais: o companheirismo e as relações profissionais.
O terceiro elemento, o serviço à comunidade, surgiu em 1907, quando o Rotary Club de Chicago decidiu construir um banheiro público (eufemisticamente chamado de "Public Comfort Station"). Embora com certa pressão contra de algumas lojas e bares vizinhos, o projeto foi realizado, tornando-se o primeiro de milhares de outros.
Intercâmbio de jovens
Um dos principais programas do Rotary International é o intercâmbio de jovens. Todos os anos, mais de 8.000 jovens viajam para países diferentes, patrocinados por Rotary Clubs, com o objetivo de estreitar os laços de amizade e fraternidade entre as diversas nações em todo o mundo, bem como promover o intercâmbio de culturas e valores, fundamentais para o estabelecimento da paz e da boa-vontade no mundo.
Fundação Rotária do Rotary International
A Fundação Rotária do Rotary International é uma organização que suporta os esforços do Rotary International para alcançar a compreensão e paz mundial através de programas internacionais humanitários, culturais e educacionais. A Fundação é mantida somente através de contribuições voluntárias de Rotarianos e amigos da Fundação que compartilham esta visão de um mundo melhor.
Foi criada em 1917 pelo sexto presidente do Rotary International, Arch C. Klumph, como um fundo de doações para o Rotary "para fazer o bem no mundo". Tem crescido desde uma contribuição inicial de US$26,50 somente para mais de US$55 milhões.
O Rotary Club de São Sebastião, litoral norte de São Paulo, Brasil, conta com 41 associados e se destaca no Distrito 4600, na área denominada 01 e seus rotarianos se reúnem todas as segundas-feiras, às 20:00 h, no Porto Grande Hotel.
Este clube se dedica muito a receber jovens intercambistas e a contribuir de diversas formas para a Fundação Rotária, tendo crescido bastante nos últimos anos a partir da presidência de Ivan de Carvalho, sucedido por João Carlos de Souza Lima Figuei-redo e no ano rotário 2008-2009, por Olga Hon Viganó. Atualmente, nas sessões ordinárias cada vez mais é crescente o companheirismo, com jantares regados por Palestras, leitura de artigos em jornais, desenvolvimento de serviços à comunidade, arrecadação de recursos, eventos gastronômicos, como o MACARRÃO AO VIVO, já na sétima edição, além de contruibuir para o crescimento do quadro social e valorização e ações em prol das crianças, das gestantes, da igualdade entre os sexos e dos outros cinco modos de melhorar o mundo, conforme os parâmetros da ONU.
Rotarianos famosos
· Albert Sabin, Estados Unidos
· Ron Hubbard, Rhodésia
· George W. Bush, Estados Unidos
· General Douglas MacArthur, Estados Unidos
· Walt Disney, Estados Unidos
· Soleiman Frangieh, Líbano
· Konosuke Matsushita, Japão
· Ernest Medina, My Lai, Vietnam
· Principe Bernhard de Holanda, Países Baixos
· Neville Chamberlain, Primeiro Ministro, Birmingham, Reino Unido
· Hassan II de Marrocos, Marrocos
· Rainier III de Mônaco, Mônaco
· Nelson Pereira dos Santos, Brasil
· Charles Lindbergh, Estados Unidos
· Bill Gates, Estados Unidos.
Fonte:Google/Wikipedia.
Metafísica:

Metafísica (do grego μετα [meta] = depois de/além de e Φυσις [physis] = natureza ou físico) é um ramo da filosofia que estuda a essência do mundo. A saber, é o estudo do ser ou da realidade. Se ocupa em procurar responder perguntas tais como:
O que é real (veja realidade)? O que é natural (veja naturalismo)? O que é sobre-natural (veja milagre)? O ramo central da metafísica é a ontologia, que investiga em quais categorias as coisas estão no mundo e quais as relações dessas coisas entre si. A metafísica também tenta esclarecer as noções de como as pessoas entendem o mundo, incluindo a existência e a natureza do relacionamento entre objetos e suas propriedades, espaço, tempo,causalidade, e possibilidade.
Sobre a origem da palavra "Metafísica"
O sentido da palavra metafísica deve-se a Aristóteles e a Andrônico de Rodes.
Aristóteles nunca utilizou esta palavra, mas escreveu sobre temas relacionados à physis e sobre temas relacionados à ética e à política, entre outros semelhantes. Andrônico, ao organizar os escritos de Aristóteles, o fez de forma que, espacialmente, aqueles que tratavam de temas relacionados àphysis viessem antes dos outros. Assim, eles vinham além da física (Meta = depois, além; Physis = física). Neste sentido, a metafísica é algo intocável, que só existe no mundo das idéias.
Assim, conscientemente ou não, Andrônico organizou os escritos de forma análoga à classificação dos dois temas. Ética, política, etc., são assuntos que não tratam de seres físicos, mas de seres não-físicos existentes apesar da sua imaterialidade.
Em resumo, a Metafísica trata de problemas sobre o propósito e a origem da existência e dos seres. Especulação em torno dos primeiros princípios e das causas primeiras do ser. Muitas vezes ela é vista como parte da Filosofia, outras, se confunde com ela.
Fonte:Google/Wikipedia.
Carma, Karma:

Carma ou karma (do sânscrito कर्म, transl. Karmam, e em pali, Kamma, "ação") é um termo de uso religioso dentro das doutrinas budista, hinduísta e jainista, adotado posteriormente também pela Teosofia, pelo espiritismo e por um subgrupo significativo do movimento New Age, para expressar um conjunto de ações dos homens e suas consequências. Este termo, na física, é equivalente a lei: "Para toda ação existe uma reação de força equivalente em sentido contrário". Neste caso, para toda ação tomada pelo Homem ele pode esperar uma reação. Se praticou o mal então receberá de volta um mal em intensidade equivalente ao mal causado. Se praticou o bem então receberá de volta um bem em intensidade equivalente ao bem causado. Dependendo da doutrina e dos dogmas da religião discutida, este termo pode parecer diferente, porém sua essência sempre foca as ações e suas consequências.
Budismo:
No budismo, Kamma ou Karma é a palavra para "acto" ou "acção", e nesse sentido usa-se a palavra em textos mais antigos para ilustrar a importância de desenvolver atitudes e intenções correctas. Considera-se que por gerar carma os seres encontram-se presos ao samsara, e portanto a última meta da prática budista é extinguir o carma.
Esoterismo:
Alguns movimentos esotéricos costumam falar em karma no sentido de "conjunto de deméritos acumulados" e em dharma como "conjunto de méritos acumulados" (portanto o contrário de karma). Essa terminologia não é consistente com o uso tradicional das religiões orientais, principalmente porque Dharma significa ensinamento ou verdade em vez de mérito ou virtude. Outros adotam um conceito semelhante ao do Espiritismo.
Espiritismo:
Na visão espírita cada ser humano é um espírito imortal encarnado que herda as conseqüências boas ou más de suas encarnações anteriores. Embora Allan Kardec não tenha usado em momento algum a palavra "karma" ou qualquer de suas variações, esta veio a ser mais tarde incorporada ao jargão espírita por alguns espíritas, para designar o nível de evolução espiritual de cada indivíduo, ao qual se devem as circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis que venha a encontrar. No entanto, para explicar isto o espiritismo apresenta um conceito mais abrangente: a lei de causa e efeito. Enquanto que normalmente o conceito de karma sugere uma dívida a ser resgatada, a lei de causa e efeito nos apresenta a idéia de que o futuro depende das ações e decisões do presente. Uma causa positiva gera uma efeito positivo, enquanto que uma causa negativa gera um efeito igualmente negativo.
Fonte:Google/Wikipedia.